A todos os visitantes deste blog que não sejam candidatos a "jobs for the boys" deste governo ou de outro qualquer, peço que cliquem no botão do Facebbok para partilhar. Esta classe política nojenta vai ter que ter um fim. Peço ainda que me enviem, para o email, todas as trafulhices, favorecimento de amigos, auto-favorecimento, etc, etc, etc, que este ou outros governos tenham feito. Este está particularmente pejado delas.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A qualquer pretexto os amiguinhos saiem em liberdade!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Dar empregos e favorecer amigos sabe-se, de valores humanos "não há conhecimento".
"O caso, confirmado pelo INEM, aconteceu na passada quinta-feira, por volta das 12h30, e indignou os vizinhos que relataram o episódio à TVI. Os homens do instituto de emergência assistiam uma idosa com suspeitas de estar a sofrer um enfarte no interior sua casa, na Rua da Quintinha, enquanto a ambulância aguardava para a transportar ao hospital. Como é norma o veículo fica ligado a assinalar a urgência enquanto os técnicos do INEM socorrem a vítima.
Enquanto a idosa era assistida, um elemento da PSP, que faz a segurança do ministro Alberto Martins, ordenou que a ambulância fosse retirada do local para o carro do ministro, que mora perto, passar. A viatura ao serviço de Alberto Martins ia buscar o ministro a casa.
Ambulância acabou por regressar à residência da idosa algum tempo depois, segundo os vizinhos, e acabou por transportar a doente ao hospital.
O INEM revelou à TVI que o incidente não afectou o socorro da vítima que já está em casa após internamento hospitalar. O responsável pela comunicação do INEM afirmou que por norma ninguém pode mudar uma ambulância de local.
Contactado pela estação de televisão, o gabinete do ministro Alberto Martins disse desconhecer em absoluto a situação.
Já a PSP garantiu que os agentes podem retirar uma ambulância de um local por motivos de força maior."
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A escumalha trata bem de si
Corja de gatunos que se dizem políticos.
"Portugal não tem capacidade para fiscalizar os 13 740 organismos que recebem dinheiro do Estado. A realidade é que cerca de 90% escapam ao controlo do Tribunal de Contas (TC). De acordo com os dados de 2009, o tribunal apenas recebeu informações sobre a despesa de 1724 entidades (12,55%) e destas só teve capacidade para verificar 418.
O universo é grande, mas ninguém conhece a sua real dimensão. Não há listas oficiais. A compilação foi feita pela investigação do DN após consulta de várias fontes (e vai estar disponível por completo no site do DN - dn.pt - para consulta). São 10 500 entidades das administrações central, local e regional, 1500 empresas públicas, cerca de 350 institutos e 1100 fundações e associações que, no seu conjunto, empregam perto de 660 mil pessoas e consomem anualmente 81 mil milhões de euros - o equivalente a quase metade (48%) da riqueza nacional (ver páginas seguintes).
Embora a ideia de que o Estado financia um universo tão alargado de organismos seja aceite por vários economistas e especialistas nesta matéria - entre os quais o próprio presidente do tribunal, Guilherme d'Oliveira Martins -, a verdade é que este não é um número estático e ninguém tem a noção exacta do seu número. A velocidade a que são criados, extintos ou fundidos muitos dos institutos, empresas ou meras estruturas de missão faz com que seja quase impossível determinar o total de organismos existentes e impossibilita o cálculo da evolução do número de entidades que o Estado financiou ao longo dos últimos anos. Este é um problema com que se têm deparado, inclusivamente, os partidos da oposição com assento no Parlamento: o DN sabe que os deputados do CDS-PP têm há vários meses uma equipa a trabalhar na contabilização de todas as empresas que se alimentam do Orçamento do Estado e, até à data de fecho desta investigação, não tinha ainda alcançado dados conclusivos. Um exemplo claro da rapidez com que se criam e extinguem novos organismos em Portugal é o da Comissão para a Optimização dos Recursos Educativos - tutelada conjuntamente pelos ministérios das Finanças e da Educação - e que foi extinta em Outubro do ano passado, exactamente dois meses e 12 dias depois de ter sido criada.
O número reduzido de contas que foram remetidas ao Tribunal de Contas - e que constam do relatório de actividades referente a 2009 deste regulador - é explicado pela própria legislação do organismo presidido por Guilherme d' Oliveira Martins. Segundo o próprio, embora o universo de entidades sob jurisdição do TC que movimentam dinheiros públicos seja de 14 mil, apenas metade está obrigada a entregar anualmente todos os documentos relativos a contratos e contas de gestão. "Há uma definição para efeitos do Tribunal de Contas que leva a considerar que elas são sete mil, independentemente de haver em termos puramente administrativos 14 mil entidades", explicou ao DN o presidente do TC, sublinhando que qualquer entidade que movimente dinheiros públicos se encontra sob jurisdição do tribunal. A Presidência da República, a Assembleia da República, os tribunais, as autarquias ou as Assembleias Legislativas Regionais são exemplos de alguns dos organismos que todos os anos são obrigados a enviar as suas contas para este tribunal.
No entanto, a legislação do Tribunal de Contas prevê que algumas destas entidades possam ser dispensadas de apresentação de contas. O Regulamento da 2.ª Secção define que é anualmente elaborada uma lista com as entidades que beneficiam desta dispensa com o fundamento da "fiabilidade dos sistemas de decisão e de controlo interno constatados em anteriores auditorias", exigindo no entanto que estes organismos sejam sujeitos a uma auditoria pelo menos de quatro em quatro anos. No ano a que se refere este relatório, foram dispensadas de apresentar contas 5717 entidades, 76,8% do universo de organismos contabilizados.
Carlos Moreno, juiz jubilado do Tribunal de Contas, aponta estes números como um sinal da falta de recursos que este organismo tem para controlar todas as entidades que se encontram sob a sua jurisdição. "O TC não tem meios: ao todo há 16 juízes, nove dos quais estão na 2.ª Secção, que é a maior, com nove áreas de responsabilidade", explicou ao DN, salientando que cada um destes juízes "faz, no máximo, nove ou dez auditorias por ano". Visão divergente tem o presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d' Oliveira Martins, que garantiu ao DN que os meios que tem este tribunal são "suficientes" e "adequados para fiscalizar as administrações públicas central, regional e local e o sector público empresarial".
Embora o número de entidades que enviaram as suas contas para o TC represente apenas 24% do universo de organismos obrigados a prestar contas anuais ao regulador, o presidente da instituição fez questão de sublinhar que "não se pode dizer que há aqueles que escapam" à fiscalização do Tribunal de Contas. "Nenhuma entidade escapa ao controlo do TC, até porque hoje a lei consagra o princípio de perseguição do dinheiro público", assegurou Guilherme d'Oliveira Martins, recordando que a instituição que dirige pode, a qualquer momento, proceder à fiscalização da utilização do dinheiro do Estado em qualquer entidade, pública ou privada.
Finanças sem númerosO Estado não sabe ao certo quantos organismos públicos existem. Não há um inventário geral e o próprio Ministério das Finanças escusou-se a indicar - após dois meses em que foi incessantemente questionado pelo DN - um número. "Um dos motivos pelos quais o Estado não consegue reduzir a despesa é porque não sabe ao certo onde cortar, pois não sabe quantos organismos tem." A crítica vem do investigador do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) João Cantiga Esteves, que fez essa contabilização: no total existem cerca de 13 740 entidades que se alimentam do Orçamento do Estado.
Curioso é que foi juntando dados da Direcção-Geral do Orçamento - revelados de forma dispersa - que João Cantiga Esteves conseguiu chegar a estes números, confessou ao DN. Para o economista, "o número de organismos, em que se incluem secretarias e direcções-gerais, é um exagero. Um disparate". Nos últimos anos, em vez de uma redução, tem-se assistido a um aumento das "camadas" que assentam num modelo clássico que, por si só, já é muito pesado. Só nas administrações central e local existem 10 365 entidades (ver infografia), às quais ainda se juntam, de acordo com o investigador do ISEG, "a loucura dos institutos públicos, que é uma batotice feita há muito tempo, e das fundações, onde encontramos exemplos inacreditáveis". De acordo com o estudo realizado por Cantiga Esteves, existem 639 fundações, sendo que várias foram criadas ilegalmente (ver texto secundário).
Ao realizar o estudo sobre organismos públicos, João Cantiga Esteves ficou também "admirado" com o universo de empresas públicas (1182) e alerta que estas servem, muitas vezes, para o Estado contornar os "problemas da contratação e das obras públicas". O investigador denuncia que, por exemplo no caso das empresas de transportes, o Estado reduziu as transferências compensatórias para estas entidades para não prejudicar o défice orçamental. Ou seja, "mandou-as literalmente endividarem-se".
O que ainda piora o facto de o Estado ser pesado é, no entender do investigador, "a tendência dos últimos anos, em que ano após ano o Estado cresce". A decisão de alterar a situação tem de partir da classe política, algo que complica a situação. "Politizou-se demasiado o Estado, mais bem dito, partidarizou-se e daí que os níveis políticos do Estado tenham vindo por aí abaixo. Isso faz com que a máquina seja muito vaga e muito dependente daquilo que são as forças partidárias."
Reduzir 4600 a 7000 entidadesE se é consensual, entre a classe política e os especialistas, que o Estado português é pesado, sempre foram várias as dificuldades em reduzir a quantidade de organismos públicos e, consequentemente, o número de funcionários públicos. Marques Mendes, ex-líder de um dos partidos do bloco central e autor do livro Mudar de Vida, não tem dúvidas de que o peso do Estado só pode ser combatido com "redução das estruturas e das pessoas". Para Marques Mendes, "há muitas mais extinções de organismos exequíveis do que as anunciadas pelo Governo". O ex-governante acredita que passando serviços públicos para o domínio privado, torna-se possível reduzir consideravelmente os organismos públicos.
Além disso, Marques Mendes denuncia diversas entidades em que existe "duplicação de funções", que podem ser extintas ou integradas noutros organismos. Daí que proponha a extinção de várias entidades.
Também os especialistas estão de acordo quanto à necessidade de "emagrecer" o Estado. Enquanto João Cantiga Esteves defende "uma redução para metade dos organismos públicos", o professor do Instituto Superior Técnico Luís Valadares Tavares aponta para a necessidade de "reduzir em 30% os organismos públicos". Tais extinções significariam o fim de 4600 a 7000 entidades públicas.
A redução de pessoal é outro dos caminhos "inevitáveis" para aliviar o peso do Estado na economia. Para Marques Mendes, "o Estado deve abrir mão de rescisões amigáveis na função pública. Fazer um investimento no futuro, mesmo que no ano em que as faça gaste imenso dinheiro em indemnizações". O objectivo é reduzir a despesa do Estado, que neste momento consome quase metade do PIB, e, de acordo com Valadares Tavares, "não deveria exceder um terço".
domingo, 20 de fevereiro de 2011
A escumalha contra-ataca
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
POR MIM, NÃO DEIXAREI DE AVIVAR A MEMÓRIA DOS ESQUECIDOS !...
Os de hoje, vão estar como gestores de Banca amanhã, pois os de ontem, já estão por lá hoje.
Correcto???? Se pensa que não, vejamos:
EIS A LISTA :
Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
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José de Oliveira e Costa: (O TAL QUE ESTEVE NA GAIOLA)
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
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Rui Machete: (AGORA NINGUÉM O OUVE)
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; (o banco falido, é só gamanço)
Presidente do Conselho Executivo da FLAD
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Armando Vara: (AQUELE A QUEM O SUCATEIRO DAVA CAIXAS DE ROBALOS)
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP (demissionário a seu pedido, antes que levasse um chuto no cú)
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Paulo Teixeira Pinto: (o tal que antes de trabalhar já estava reformado)
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho',
Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000EUR x 15 meses por ano até morrer...)
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António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional;
Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
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Celeste Cardona: (a tal que só aceitava o lugar na Biblioteca do Porto se tivesse carro e motorista às ordens - mas o vencimento era muito curto)
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD (QUE MARAVILHA - ORDENADO PRINCIPESCO - O ZÉ PAGA)
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José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES (VIVA O LUXO)
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João de Deus Pinheiro: (aquele que agora nem se vê)
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português (O TAL QUE DEU O BERRO).
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Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES (POIS CLARO, AGORA É BANQUEIRO)
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Ferreira do Amaral: (O ESPERTALHÃO, QUE PREPAROU O TERRENO)
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato (POIS CLARO, À TRIPA FORRA).
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etc etc etc...
O que é isto ?
Cunha ?
Gamanço ?
...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.
Já é tempo de parar esta canalha nojenta !
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Recebido por e-mail
As leis são como as teias de aranha, os pequenos ficam presos, os grandes escapam.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Mais uma nomeação do "engenheiro" do inglês ao Domingo
Ao povo sobe os impostos e tira salários, aos amigos, filhos dos amigos, amigos dos amigos e mais do estilo... nomeia!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O "Engenheiro" do Inglês ao Domingo
| De acordo com a revista Sábado de 21-10-2010, apresentam-se de seguida algumas das despesas do Gabinete do senhor amigo do vara, do godinho, do freeport etc etc etc etc ...: - 436,70 €/dia em combustíveis (aos preços de hoje são 4549 km/dia); - 382,00 €/dia em chamadas de telemóvel (são 53 horas/dia ao telefone); - 370,00 €/dia em deslocações e estadas; - 750,00 €/dia em despesas de representação; - 276,00 €/dia em refeições; Só aqui já vamos em cerca de 2.216 € por dia, mas há mais: - 220,00 €/dia em locação de material de transporte; - 72,81 €/dia em telefone fixo; - 1.434 €/dia em aquisição de bens; Já vamos em cerca de 3.940 por dia. E então que dizer do seguinte: - 448 são as viaturas da presidência do Conselho de Ministros (gabinete do sr. Sócrates e do sr. Pedro Silva Pereira); - Desde Outubro de 2009 Sócrates nomeou 71 pessoas para o seu gabinete, onde se incluem 13 secretárias e 20 motoristas; Vale a pena ver o artigo. No total é um gasto médio diário de 11.391 €. ATENÇÃO QUE É MESMO POR DIA Assim sim, agora já compreendo e até já estou disposto a pagar mais impostos | ||
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A pouca vergonha continua - Lucro da Galp Energia aumentou 43% em 2010
Os resultados líquidos também cresceram em termos trimestrais, já que nos meses de Setembro a Dezembro a empresa registou lucros de 40 milhões de euros, ou seja, mais 16,1% do que no mesmo período do ano anterior.
A evolução dos resultados é explicada pela empresa com "o aumento do preço e da produção de crude, o aumento da margem de refinação e do volume de crude processado e o aumento do volume vendido de gás natural".
Mas a variação deveu-se também ao impacto dos resultados de 2009, quando um incidente na refinaria de Sines obrigou a uma paragem de um mês e meio, penalizando os resultados desse ano. Em 2008, a petrolífera obteve lucros de 478 milhões de euros.
Em 2010, o investimento da Galp Energia foi de 1,2 mil milhões de euros, mais 69% do que em 2009, valor que se deveu sobretudo ao projecto de reconversão das refinarias.
As vendas de gás natural subiram 5% para 4,9 mil milhões de metros cúbicos.
Tanta treta tanta treta. O aumento estúpido do preço não contribuiu en nada, foi? Esta gentinha mente mente mente a saber que o está a fazer.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Alguém duvida a quem é que este vídeo se refere?
Um governo onde não há valores morais, atitudes correctas, honra, ... enfim, há só um monte de lixo!!!
Ver o Vídeo
Portugueses são os que menos confiam no Governo
De um grupo de 23 países, os portugueses são os que menos confiam no Governo, de acordo com um barómetro que avalia o nível de confiança nas empresas, Governo, ONG e media.
Segundo o Edelman Trust Barometer 2011, apenas nove por cento dos portugueses disse confiar no actual executivo governamental. Em 2010, o valor registado foi de 27 por cento. Este ano, seguem-se os Irlandeses (20 por cento) e os alemães (33 por cento). Já os chineses (88 por cento) são os que mais confiam no seu governo.
No que respeita ao sector bancário, a confiança dos portugueses também diminuiu. «Apesar da reduzida confiança no sector bancário, Portugal está acima de países como Espanha (35 por cento), Estados Unidos (25 por cento) ou Reino Unido (16 por cento)», acrescenta o estdo.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães
administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
- Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se
destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!
Alguem acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Quando os juízes dizem que vão para a greve, nós começamos a perceber porquê...
1) Recebem um subsídio de renda de casa no valor de 700 EUR mensais, mesmo que residam em casa própria. E, se forem casados com outro magistrado, habitando em casa própria cada um deles recebe esse subsídio (logo, 1400 EUR). A situação atinge mesmo o absurdo já que até os magistrados aposentados ou jubilados incorporam esse subsídio nas suas reformas (!?), nas mesmas condições dos que se encontram no activo. Mais ainda: O subsídio de renda de casa dos magistrados está isento de IRS, após acórdão do STA, ou seja, decisões dos magistrados. Será possível que alguém possa auferir uma remuneração permanente, que essa remuneração entre no cálculo da reforma, mas que esteja isenta de IRS?????
Mira Amaral
Nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns!)
Medeiros Ferreira..................... 2.800, euros;
Manuela Aguiar......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta............................ 2.800, euros;
Helena Roseta........................... 2.800, euros;
Narana Coissoró . .................... 2.800, euros;
Vieira de Castro..........................2.800, euros;
Leonor Beleza . ........................ 2.200, euros;
Isabel Castro............................. 2.200, euros;
José Leitão................................ 2.400, euros;
Artur Penedos............................1.800, euros;
Bagão Félix............................... 1.800, euros.
(Vêem? Tadinhos destes "desconhecidos",
Luís Filipe Pereira 26.890, euros / 9 anos de serviço;
Sónia Fortuzinhos 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço;
Maria Santos 62.000, euros /9 anos de serviço;
Paulo Pedroso 48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
David Justino 38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Ana Benavente 62.000 , euros / 9 anos de serviço;
M.ª Carmo Romão 62.000, euros / 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes 62.000 , euros / 9 anos e meio de serviço.
50 anos de idade e gozando de plena saúde
Vera Sampaio
Os CTT
Notícia do Expresso
Em Setembro de 2002
E o gasóleo sobe!!!
A contratação de um administrador espanhol passou por serem-lhe (ao Manuel) oferecidos 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo (?) era remunerado de forma simbólica: 3.000 euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Se alguém procura as causas do estado do País, talvez encontre parte delas na fúria legislativa que se apoderou deste inacreditavel Governo !!
O art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril começa da seguinte forma:
Pode ser confirmado no site Diário da República.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Gasóleo a 0,80 €
Agora, todos ficam a saber : quem tem iates e embarcações de recreio beneficia de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores, por aplicação do Artº 29º do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008.
Assim todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates...
É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores não comprem iates!!!
Eu diria que é justo porque todos os outros, eu incluído, alimentamos essa canalhada.
Se duvidam ...
http://www.dgaiec.min-financas.pt/NR/rdonlyres/FDD31E61-0700-40A0-BFB6-9A162CB969DF/0/Portaria_117_a_2008_Isencoes_ISP.pdf
Xutos e Pontapés - Sem Eira Nem Beira
PORQUE SERÁ?
A Lei 2105 de 06JUN60. Remuneração dos "gestores públicos"
Artigos de Opinião
Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro
insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a
meta de pagar as contas no fim do mês.
Corria o ano de 1960 quando foi publicada no “Diário do
Governo” de 6 de Junho a Lei 2105, com a assinatura de
Américo Tomaz, Presidente da República e do Presidente do
Conselho de Ministros, Oliveira Salazar.
Conforme nos descreve Pedro Jorge de Castro no seu livro
“Salazar e os milionários”, publicado pela Quetzal em 2009,
essa lei destinou-se a disciplinar e moralizar as
remunerações recebidas pelos gestores do Estado, fosse em
que tipo de estabelecimentos fosse. Eram abrangidos os
organismos estatais, as empresas concessionárias de
serviços públicos onde o Estado tivesse participação
accionista, ou ainda aquelas que usufruíssem de
financiamentos públicos ou “que explorassem actividades
em regime de exclusivo”. Não escapava nada onde
houvesse, directa ou indirectamente, investimento do
dinheiro dos contribuintes.
E que dizia, em resumo, a Lei 2105?
Dizia que ninguém que ocupasse esses lugares de
responsabilidade pública podia ganhar mais do que um
Ministro.
A publicação desta lei altamente moralizadora ocorreu no Estado
Novo de Salazar, vai, dentro de 2 meses, fazer 50 anos. Catorze
anos depois desta lei “fascista”, em 13 de Setembro de 1974, o
Governo de Vasco Gonçalves, recém-saído do 25 de Abril, pegou
na Lei 2105 e, através do Decreto Lei 446/74, limitou os
vencimentos dos gestores públicos e semi-públicos ao salário
máximo de 1,5 vezes o vencimento de um Secretário de Estado.
Hoje, ao lermos esta legislação, dá a impressão que se mudou, não de país, mas de planeta, porque isto era no
tempo do “fascismo” (Lei 2105) ou do “comunismo” (Dec.
Lei 446/74).
Agora, é tudo muito melhor, sobretudo para os reis da
fartazana que são os gestores do Estado dos nossos dias.
Não admira, porque mudando-se os tempos, mudam-se as
vontades, e onde o sector do Estado pesava 17% do PIB no
auge da guerra colonial, com todas as suas brutais despesas,
pesa agora 50%. E, como todos sabemos, é preciso gente
muito competente e soberanamente bem paga para gerir os
nossos dinheirinhos.
Tão bem paga é essa gente que o homem que preside aos
destinos da TAP, Fernando Pinto, que é o campeão dos
salários de empresas públicas em Portugal (se fosse no
Brasil, de onde veio, o problema não era nosso) ganha a
monstruosidade de 420.000 €/mês, um ”pouco” mais que
Henrique Granadeiro, o presidente da PT, o qual aufere a
módica quantia de 365.000 €/mês. Aliás, estes dois são
apenas o topo de uma imensa corte de gente que come e
dorme à sombra do orçamento e do sacrifício dos
contribuintes, como se pode ver pela lista divulgada
recentemente por um jornal semanário, onde vêm nomes
sonantes da nossa praça, dignos representantes do
despautério e da pouca vergonha a que chegou a vida
pública portuguesa.
Entretanto, para poupar uns 400 milhões nas deficitárias
contas do Estado, o governo não hesita em cortar benefícios
fiscais a pessoas que ganham por mês um centésimo, ou
mesmo 200 e 300 vezes menos que os homens (porque,
curiosamente, são todos homens…) da lista dourada que o
“Sol” deu à luz há pouco tempo. Curioso é também
comparar estes valores salariais com os que vemos pagar a
personalidades mundiais como o Presidente e o Vice-Presidente dos EUA, os Presidentes da França, da Rússia
etc...
Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro
insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir
a meta de pagar as contas no fim do mês. Não é preciso
muito, nem sequer é preciso ir tão longe como o DL 446 de
Vasco Gonçalves, Silva Lopes e Rui Vilar; basta ressuscitar a
velhinha, mas pelos vistos revolucionária Lei 2105, assinada
há 50 anos por Oliveira Salazar.
Vasco Garcia
Professor Catedrático
Os políticos iam diminuir os vencimentos deles em 15%, não iam?
Estes políticos ainda ficam a ganhar mais 5%!!! sem descontos.
Enquanto isso 102 emissoras de rádio discutem futebol na hora
do almoço e a Fátima Lopes entretém as donas de casa com cheques para pagar umas contitas enquanto ela ganha 1000 e tal euros...por dia! Ok! Está na TV privada. Mas os que ganham o mesmo na RTP?
O EXEMPLO DAS REFORMAS DO ANÍBAL
Actualmente recebe três pensões pagas pelo Estado:
4.152,00 € - Banco de Portugal.
2.328,00 € - Universidade Nova de Lisboa.
2.876,00 € - Por ter sido primeiro-ministro.
9.356,00 € - TOTAL ( 1 875 709 $ 60 )
Este valor é acumulado com mais o vencimento que ganha enquanto Presidente da República!!!
Porque será que não se cortaram estes PRIVILÉGIOS que este e outros ECONOMISTAS (que passaram por governos e Banco de Portugal) acumulam descarada e vergonhosamente???
E estes cavalheiros ainda têm a distinta lata de ir para as Televisões afirmar que os Portugueses vivem acima das suas posses, que o Estado Social é um luxo demasiado caro para o país que somos e, como receita para o actual estado de coisas, recomendar cortes nos salários de quem vive apenas do seu trabalho e, pasme-se, redução de pensões - para os outros (claro!) para quem tem APENAS UMA pensão que nem sempre lhe dá para viver com dignidade!!!!!!!!!
Também não pode ser por acaso que a regra de só se poder receber uma pensão pública, prevista no projecto de lei do Orçamento para 2011, só valerá para as situações futuras!...
Por causa dos direitos adquiridos é que não é, porque os trabalhadores estão sistematicamente a perdê-los… A verdade é que ninguém se atreveria a ir ao bolso de Cavaco!!!
Afinal quem estará a provocar a famigerada falência da Segurança Social apregoada por esses senhores???
Divulgue esta mensagem, porque nenhum jornalista tem coragem para pegar num tema destes!...
NENHUM PAÍS SE DESENVOLVEU COM AS ORIENTAÇÕES VINDAS DESTA GENTE!!!


