segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A qualquer pretexto os amiguinhos saiem em liberdade!


Esta soube-se, quantas ficam por saber? ... São os políticos que temos.


Texto de Ricardo Araújo Pereira:

Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto- é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.
O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."



domingo, 27 de fevereiro de 2011

Dar empregos e favorecer amigos sabe-se, de valores humanos "não há conhecimento".

Notícia Publico:

"O caso, confirmado pelo INEM, aconteceu na passada quinta-feira, por volta das 12h30, e indignou os vizinhos que relataram o episódio à TVI. Os homens do instituto de emergência assistiam uma idosa com suspeitas de estar a sofrer um enfarte no interior sua casa, na Rua da Quintinha, enquanto a ambulância aguardava para a transportar ao hospital. Como é norma o veículo fica ligado a assinalar a urgência enquanto os técnicos do INEM socorrem a vítima.

Enquanto a idosa era assistida, um elemento da PSP, que faz a segurança do ministro Alberto Martins, ordenou que a ambulância fosse retirada do local para o carro do ministro, que mora perto, passar. A viatura ao serviço de Alberto Martins ia buscar o ministro a casa.

Ambulância acabou por regressar à residência da idosa algum tempo depois, segundo os vizinhos, e acabou por transportar a doente ao hospital.

O INEM revelou à TVI que o incidente não afectou o socorro da vítima que já está em casa após internamento hospitalar. O responsável pela comunicação do INEM afirmou que por norma ninguém pode mudar uma ambulância de local.

Contactado pela estação de televisão, o gabinete do ministro Alberto Martins disse desconhecer em absoluto a situação.

Já a PSP garantiu que os agentes podem retirar uma ambulância de um local por motivos de força maior."

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A escumalha trata bem de si

A avaliar pelo exemplo este Portas não é um ladrão que se chama de político.


 


Corja de gatunos que se dizem políticos.

Notícia  DN:
"Portugal não tem capacidade para fiscalizar os 13 740 organismos que recebem dinheiro do Estado. A realidade é que cerca de 90% escapam ao controlo do Tribunal de Contas (TC). De acordo com os dados de 2009, o tribunal apenas recebeu informações sobre a despesa de 1724 entidades (12,55%) e destas só teve capacidade para verificar 418.
O universo é grande, mas ninguém conhece a sua real dimensão. Não há listas oficiais. A compilação foi feita pela investigação do DN após consulta de várias fontes (e vai estar disponível por completo no site do DN - dn.pt - para consulta). São 10 500 entidades das administrações central, local e regional, 1500 empresas públicas, cerca de 350 institutos e 1100 fundações e associações que, no seu conjunto, empregam perto de 660 mil pessoas e consomem anualmente 81 mil milhões de euros - o equivalente a quase metade (48%) da riqueza nacional (ver páginas seguintes).
Embora a ideia de que o Estado financia um universo tão alargado de organismos seja aceite por vários economistas e especialistas nesta matéria - entre os quais o próprio presidente do tribunal, Guilherme d'Oliveira Martins -, a verdade é que este não é um número estático e ninguém tem a noção exacta do seu número. A velocidade a que são criados, extintos ou fundidos muitos dos institutos, empresas ou meras estruturas de missão faz com que seja quase impossível determinar o total de organismos existentes e impossibilita o cálculo da evolução do número de entidades que o Estado financiou ao longo dos últimos anos. Este é um problema com que se têm deparado, inclusivamente, os partidos da oposição com assento no Parlamento: o DN sabe que os deputados do CDS-PP têm há vários meses uma equipa a trabalhar na contabilização de todas as empresas que se alimentam do Orçamento do Estado e, até à data de fecho desta investigação, não tinha ainda alcançado dados conclusivos. Um exemplo claro da rapidez com que se criam e extinguem novos organismos em Portugal é o da Comissão para a Optimização dos Recursos Educativos - tutelada conjuntamente pelos ministérios das Finanças e da Educação - e que foi extinta em Outubro do ano passado, exactamente dois meses e 12 dias depois de ter sido criada.
O número reduzido de contas que foram remetidas ao Tribunal de Contas - e que constam do relatório de actividades referente a 2009 deste regulador - é explicado pela própria legislação do organismo presidido por Guilherme d' Oliveira Martins. Segundo o próprio, embora o universo de entidades sob jurisdição do TC que movimentam dinheiros públicos seja de 14 mil, apenas metade está obrigada a entregar anualmente todos os documentos relativos a contratos e contas de gestão. "Há uma definição para efeitos do Tribunal de Contas que leva a considerar que elas são sete mil, independentemente de haver em termos puramente administrativos 14 mil entidades", explicou ao DN o presidente do TC, sublinhando que qualquer entidade que movimente dinheiros públicos se encontra sob jurisdição do tribunal. A Presidência da República, a Assembleia da República, os tribunais, as autarquias ou as Assembleias Legislativas Regionais são exemplos de alguns dos organismos que todos os anos são obrigados a enviar as suas contas para este tribunal.
 No entanto, a legislação do Tribunal de Contas prevê que algumas destas entidades possam ser dispensadas de apresentação de contas. O Regulamento da 2.ª Secção define que é anualmente elaborada uma lista com as entidades que beneficiam desta dispensa com o fundamento da "fiabilidade dos sistemas de decisão e de controlo interno constatados em anteriores auditorias", exigindo no entanto que estes organismos sejam sujeitos a uma auditoria pelo menos de quatro em quatro anos. No ano a que se refere este relatório, foram dispensadas de apresentar contas 5717 entidades, 76,8% do universo de organismos contabilizados.
 Carlos Moreno, juiz jubilado do Tribunal de Contas, aponta estes números como um sinal da falta de recursos que este organismo tem para controlar todas as entidades que se encontram sob a sua jurisdição. "O TC não tem meios: ao todo há 16 juízes, nove dos quais estão na 2.ª Secção, que é a maior, com nove áreas de responsabilidade", explicou ao DN, salientando que cada um destes juízes "faz, no máximo, nove ou dez auditorias por ano". Visão divergente tem o presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d' Oliveira Martins, que garantiu ao DN que os meios que tem este tribunal são "suficientes" e "adequados para fiscalizar as administrações públicas central, regional e local e o sector público empresarial".
 Embora o número de entidades que enviaram as suas contas para o TC represente apenas 24% do universo de organismos obrigados a prestar contas anuais ao regulador, o presidente da instituição fez questão de sublinhar que "não se pode dizer que há aqueles que escapam" à fiscalização do Tribunal de Contas. "Nenhuma entidade escapa ao controlo do TC, até porque hoje a lei consagra o princípio de perseguição do dinheiro público", assegurou Guilherme d'Oliveira Martins, recordando que a instituição que dirige pode, a qualquer momento, proceder à fiscalização da utilização do dinheiro do Estado em qualquer entidade, pública ou privada.

Finanças sem númerosO Estado não sabe ao certo quantos organismos públicos existem. Não há um inventário geral e o próprio Ministério das Finanças escusou-se a indicar - após dois meses em que foi incessantemente questionado pelo DN - um número. "Um dos motivos pelos quais o Estado não consegue reduzir a despesa é porque não sabe ao certo onde cortar, pois não sabe quantos organismos tem." A crítica vem do investigador do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) João Cantiga Esteves, que fez essa contabilização: no total existem cerca de 13 740 entidades que se alimentam do Orçamento do Estado.
Curioso é que foi juntando dados da Direcção-Geral do Orçamento - revelados de forma dispersa - que João Cantiga Esteves conseguiu chegar a estes números, confessou ao DN. Para o economista, "o número de organismos, em que se incluem secretarias e direcções-gerais, é um exagero. Um disparate". Nos últimos anos, em vez de uma redução, tem-se assistido a um aumento das "camadas" que assentam num modelo clássico que, por si só, já é muito pesado. Só nas administrações central e local existem 10 365 entidades (ver infografia), às quais ainda se juntam, de acordo com o investigador do ISEG, "a loucura dos institutos públicos, que é uma batotice feita há muito tempo, e das fundações, onde encontramos exemplos inacreditáveis". De acordo com o estudo realizado por Cantiga Esteves, existem 639 fundações, sendo que várias foram criadas ilegalmente (ver texto secundário).
Ao realizar o estudo sobre organismos públicos, João Cantiga Esteves ficou também "admirado" com o universo de empresas públicas (1182) e alerta que estas servem, muitas vezes, para o Estado contornar os "problemas da contratação e das obras públicas". O investigador denuncia que, por exemplo no caso das empresas de transportes, o Estado reduziu as transferências compensatórias para estas entidades para não prejudicar o défice orçamental. Ou seja, "mandou-as literalmente endividarem-se".
O que ainda piora o facto de o Estado ser pesado é, no entender do investigador, "a tendência dos últimos anos, em que ano após ano o Estado cresce". A decisão de alterar a situação tem de partir da classe política, algo que complica a situação. "Politizou-se demasiado o Estado, mais bem dito, partidarizou-se e daí que os níveis políticos do Estado tenham vindo por aí abaixo. Isso faz com que a máquina seja muito vaga e muito dependente daquilo que são as forças partidárias."

Reduzir 4600 a 7000 entidadesE se é consensual, entre a classe política e os especialistas, que o Estado português é pesado, sempre foram várias as dificuldades em reduzir a quantidade de organismos públicos e, consequentemente, o número de funcionários públicos. Marques Mendes, ex-líder de um dos partidos do bloco central e autor do livro Mudar de Vida, não tem dúvidas de que o peso do Estado só pode ser combatido com "redução das estruturas e das pessoas". Para Marques Mendes, "há muitas mais extinções de organismos exequíveis do que as anunciadas pelo Governo". O ex-governante acredita que passando serviços públicos para o domínio privado, torna-se possível reduzir consideravelmente os organismos públicos.
Além disso, Marques Mendes denuncia diversas entidades em que existe "duplicação de funções", que podem ser extintas ou integradas noutros organismos. Daí que proponha a extinção de várias entidades.
Também os especialistas estão de acordo quanto à necessidade de "emagrecer" o Estado. Enquanto João Cantiga Esteves defende "uma redução para metade dos organismos públicos", o professor do Instituto Superior Técnico Luís Valadares Tavares aponta para a necessidade de "reduzir em 30% os organismos públicos". Tais extinções significariam o fim de 4600 a 7000 entidades públicas.
A redução de pessoal é outro dos caminhos "inevitáveis" para aliviar o peso do Estado na economia. Para Marques Mendes, "o Estado deve abrir mão de rescisões amigáveis na função pública. Fazer um investimento no futuro, mesmo que no ano em que as faça gaste imenso dinheiro em indemnizações". O objectivo é reduzir a despesa do Estado, que neste momento consome quase metade do PIB, e, de acordo com Valadares Tavares, "não deveria exceder um terço".

Os "secretários de estadinho" que temos ... Uns "queridos"!!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A escumalha contra-ataca

As propostas que propunham limitações nas remunerações dos gestores públicos foram chumbados no Parlamento pelo PS e PSD esta semana. 

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

POR MIM, NÃO DEIXAREI DE AVIVAR A MEMÓRIA DOS ESQUECIDOS !...

Um  dos Motivos porque o Governo se tornou fiador de 20 mil  milhões de euros de transacções intra bancárias......???  
Os de hoje, vão estar como gestores de Banca amanhã,  pois os de ontem, já estão por lá hoje. 

Correcto???? Se  pensa que não, vejamos:

 EIS A LISTA 
:

Fernando Nogueira:
 

Antes -Ministro da  Presidência, Justiça e Defesa

Agora - Presidente do  BCP Angola
 

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José de Oliveira e Costa:
(O TAL QUE ESTEVE NA GAIOLA)

Antes  -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais

Agora  -Presidente do Banco Português de Negócios  (BPN)


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Rui  Machete:
  (AGORA NINGUÉM O OUVE)

Antes - Ministro dos Assuntos  Sociais

Agora - Presidente do Conselho Superior do  BPN; (o banco falido, é só gamanço)

Presidente do Conselho Executivo da  FLAD 

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Armando Vara:
(AQUELE A QUEM O SUCATEIRO DAVA CAIXAS DE ROBALOS)

Antes - Ministro adjunto do   Primeiro Ministro

Agora - Vice-Presidente do  BCP
  (demissionário a seu pedido, antes que levasse um chuto no cú)

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Paulo Teixeira Pinto:
  (o tal que antes de trabalhar já estava reformado)

Antes - Secretário  de Estado da Presidência do Conselho de  Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de  3 anos de 'trabalho', 

Saiu com 10 milhões de  indemnização !!! e mais 35.000EUR x 15 meses por ano até  morrer...)
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António Vitorino:
 

Antes -Ministro  da Presidência e da Defesa

Agora -Vice-Presidente da  PT Internacional; 

Presidente da Assembleia Geral do  Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como  comentador RTP) 

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Celeste Cardona:
(a tal que só aceitava o lugar na Biblioteca do Porto se tivesse carro e motorista às ordens - mas o vencimento era muito curto)  

Antes -  Ministra da Justiça

Agora - Vogal do CA da  CGD
  (QUE MARAVILHA - ORDENADO PRINCIPESCO - O ZÉ PAGA)
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José Silveira Godinho:
 

Antes - Secretário  de Estado das Finanças

Agora - Administrador do  BES
(VIVA O LUXO)
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João de Deus Pinheiro:
(aquele que agora nem se vê)

Antes - Ministro da  Educação e Negócios Estrangeiros

Agora - Vogal do CA  do Banco Privado Português (O TAL QUE DEU O BERRO).
 

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Elias da  Costa:
 

Antes - Secretário de Estado da Construção e  Habitação -

Agora - Vogal do CA do  BES (POIS CLARO, AGORA É BANQUEIRO)


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Ferreira do Amaral:
(O ESPERTALHÃO, QUE PREPAROU O TERRENO)

Antes - Ministro das  Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante  de Vila Franca de Xira à Lusoponte)

Agora -  Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o  contrato (POIS CLARO, À TRIPA FORRA).
 

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etc etc etc... 

O que é isto  ?
 
Cunha ?
 
Gamanço ?
 

 
...e depois até querem que se  declarem as prendas de casamento e o seu valor. 
Já é tempo de parar esta canalha nojenta !

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Recebido por e-mail

Frase do dia:
"Feliz foi Ali Babá, que nunca viveu em Portugal, assim só conheceu 40 ladrões.

Pensamento do dia:
As leis são como as teias de aranha, os pequenos ficam presos, os grandes escapam.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O "Engenheiro" do Inglês ao Domingo

De acordo com a revista Sábado de 21-10-2010, apresentam-se de seguida algumas das despesas do Gabinete do senhor amigo do vara, do godinho, do freeport etc etc etc etc ...:

-
436,70 €/dia em combustíveis (aos preços de hoje são 4549 km/dia);

-
382,00 €/dia em chamadas de telemóvel (são 53 horas/dia ao telefone);

- 370
,00 €/dia em deslocações e estadas;

-
750,00 €/dia em despesas de representação;

-
276,00 €/dia em refeições;

Só aqui já vamos em cerca de 2.216
€ por dia, mas há mais:

- 220
,00 €/dia em locação de material de transporte;

 -
72,81 €/dia em telefone fixo;

- 1
.434 €/dia em aquisição de bens;
 
Já vamos em cerca de 3.940 por dia.
E então que dizer do seguinte:

- 448 são as viaturas da presidência do Conselho de Ministros (gabinete do sr. Sócrates e do sr. Pedro Silva Pereira);

- Desde Outubro de 2009 Sócrates nomeou 71 pessoas para o seu gabinete, onde se incluem 13 secretárias e 20 motoristas;

Vale a pena ver o artigo.
No total é um gasto médio diário de 11.391 €.
 

ATENÇÃO QUE É MESMO POR DIA
Assim sim, agora já compreendo e até já estou disposto a pagar mais impostos
 
 

A pouca vergonha continua - Lucro da Galp Energia aumentou 43% em 2010

O lucro da Galp Energia aumentou 43% em 2010 face a 2009, atingindo os 306 milhões de euros, segundo comunicou hoje a petrolífera portuguesa à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. 
Os resultados líquidos também cresceram em termos trimestrais, já que nos meses de Setembro a Dezembro a empresa registou lucros de 40 milhões de euros, ou seja, mais 16,1% do que no mesmo período do ano anterior.
A evolução dos resultados é explicada pela empresa com "o aumento do preço e da produção de crude, o aumento da margem de refinação e do volume de crude processado e o aumento do volume vendido de gás natural".
Mas a variação deveu-se também ao impacto dos resultados de 2009, quando um incidente na refinaria de Sines obrigou a uma paragem de um mês e meio, penalizando os resultados desse ano. Em 2008, a petrolífera obteve lucros de 478 milhões de euros.
Em 2010, o investimento da Galp Energia foi de 1,2 mil milhões de euros, mais 69% do que em 2009, valor que se deveu sobretudo ao projecto de reconversão das refinarias.
As vendas de gás natural subiram 5% para 4,9 mil milhões de metros cúbicos.


Tanta treta tanta treta. O aumento estúpido do preço não contribuiu en nada, foi? Esta gentinha mente mente mente a saber que o está a fazer.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Alguém duvida a quem é que este vídeo se refere?

É exactamente isto!
Um governo onde não há valores morais, atitudes correctas, honra,  ... enfim, há só um monte de lixo!!!

Ver o Vídeo

Portugueses são os que menos confiam no Governo





De um grupo de 23 países, os portugueses são os que menos confiam no Governo, de acordo com um barómetro que avalia o nível de confiança nas empresas, Governo, ONG e media.

Segundo o Edelman Trust Barometer 2011, apenas nove por cento dos portugueses disse confiar no actual executivo governamental. Em 2010, o valor registado foi de 27 por cento. Este ano, seguem-se os Irlandeses (20 por cento) e os alemães (33 por cento). Já os chineses (88 por cento) são os que mais confiam no seu governo.

No que respeita ao sector bancário, a confiança dos portugueses também diminuiu. «Apesar da reduzida confiança no sector bancário, Portugal está acima de países como Espanha (35 por cento), Estados Unidos (25 por cento) ou Reino Unido (16 por cento)», acrescenta o estdo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães

Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos
administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:


-  Jorge Sampaio
- Presidente do Conselho de Administração:
    14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
-  Carla Morais
- Administradora Executiva
    12.500 €  (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
-  João B. Serra
- Administrador Executivo
    12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
-  Manuel Alves Monteiro
- Vogal Executivo
     2.000 € mensais + 300 € por reunião

Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se
destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €. 
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !

 
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!
 

Alguem acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Quando os juízes dizem que vão para a greve, nós começamos a perceber porquê...

António Marinho (Jornal Expresso 17 de Setembro) refere os seguintes privilégios dos magistrados :

1) Recebem um subsídio de renda de casa no valor de 700 EUR mensais, mesmo que residam em casa própria. E, se forem casados com outro magistrado, habitando em casa própria cada um deles recebe esse subsídio (logo, 1400 EUR). A situação atinge mesmo o absurdo já que até os magistrados aposentados ou jubilados incorporam esse subsídio nas suas reformas (!?), nas mesmas condições dos que se encontram  no activo. Mais ainda: O subsídio de renda de casa dos magistrados está isento de IRS, após acórdão do STA, ou seja, decisões dos magistrados. Será possível que alguém possa auferir uma remuneração permanente, que essa remuneração entre no cálculo da reforma, mas que esteja isenta de IRS?????
 2) Os magistrados do Supremo Tribunal Administrativo, do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Constitucional que residam fora da área da Grande Lisboa recebem ajudas de custo precisamente quando se deslocam para o seu local de trabalho. A situação torna-se tanto mais incompreensível quanto é certo que os referidos magistrados usufruem de viagens totalmente gratuitas em todos os transportes públicos terrestres e fluviais, incluindo os comboios Alfa.

Mira Amaral

Mira Amaral saiu da Caixa Geral de Depósitos (CGD) com uma reforma de gestor 18.000 euros. Na altura acumulava uma pensão de 1,8 mil euros, como deputado e 16.000 euros como líder executivo da CGD.
O que me choca não é o valor da reforma. É o facto de Mira Amaral poder auferir desta reforma - paga pelos contribuintes - ao fim de apenas um ano e nove meses!!!!!!

Nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns!)

Nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns!) Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram eleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (deles) a um subsídio que dizem de reintegração (coitados, tem de voltar para esta selva que é a luta pelo pão de cada dia nos seus antigos lugares de administração ou de profissionais liberais tão mal pagos, como sabemos):
Um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que o tenha sido durante um ano recebe dois salários (6.898 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários (68.980 euros). Feitas as contas e os deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de 2.500.000 euros!
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma (mesmo que não tenham 60 anos!). Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos. 

Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos........................ 4.400, euros;
Medeiros Ferreira.....................
2.800, euros;
Manuela Aguiar.........................
2.800, euros;
Pedro Roseta............................
2.800, euros;
Helena Roseta...........................
2.800, euros;
Narana Coissoró . .................... 2.800, euros;
Álvaro Barreto........................... 3.500, euros;
Vieira de Castro..........................
2.800, euros;
Leonor Beleza . ........................
2.200, euros;
Isabel Castro.............................
2.200, euros;
José Leitão................................
2.400, euros;
Artur Penedos............................
1.800, euros;
Bagão Félix...............................
1.800, euros.

(Vêem?
Tadinhos destes "desconhecidos",
que se não fosse esta esmola estavam a comer na Mitra)




Quanto aos ilustres reintegrados , encontramos os seguintes:

Luís Filipe Pereira        
26.890, euros / 9 anos de serviço;
Sónia
Fortuzinhos          62.000, euros / 9 anos e meio de serviço;
Maria Santos                 
62.000, euros /9 anos de serviço;
Paulo Pedroso              
48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
(e ainda vamos ver se não vai receber indemnizações pelo processo Casa Pia);
David Justino                
38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Ana Benavente             
62.000 , euros / 9 anos de serviço;
M.ª Carmo Romão       
62.000, euros / 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes     
62.000 , euros / 9 anos e meio de serviço.

A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000 euros cada !


É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!!!!!!
 

50 anos de idade e gozando de plena saúde

Com apenas 50 anos de idade e gozando de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número 2 do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Sampaio e de Soares, está já reformado com uma pensão de 3.035 euros, um valor bastante acima do seu vencimento como vereador. Foi aposentado como técnico superior de 1ª classe – apesar de as suas habilitações literárias serem equivalentes ao 9º ano.
Entrou para o Ministério da Administração Interna em 1972 e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro: triplicar o salário.
Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest (uma sociedade de capitais públicos), com um ordenado líquido de 4000 euros mensais. Foi convidado pelo presidente da Câmara da Amadora, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa.
A acumulação de vencimentos foi autorizada mas o salário de administrador é reduzido em 50% – para 2000 euros – a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????) e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.

Vera Sampaio

Sabe-se dia 27 no Público que a advogada Vera Sampaio foi contratada como assessora pelo membro do Governo Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira, Ministro da Presidência.
Como a tarefa não é muito cansativa foi autorizada a continuar a dar aulas numa qualquer universidade privada onde ganha uns tostões para compor o salário e poder aspirar a ter uma vidinha um pouco mais desafogada.
O facto de ser filha do Senhor ex-presidente não teve nada a ver com este reconhecimento das suas capacidades, juro pela saúde do "Engenheiro" Sócrates.
Há famílias a quem a mão do Senhor toca com a sua graça. Ámen.
Neste caso soube-se há tempos que o filhote depois de se ter formado foi logo para consultor da Portugal Telecom, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.
Agora, como já ontem se disse, calhou a sorte à maninha e lá vai ela toda lampeira em part-time para o desgoverno, onde certamente porá toda a sua experiência ao serviço de todos nós.

Os CTT

Os CTT pagaram 19 mil euros a Luís Felipe Scolari por uma palestra de 45 minutos, que teve como tema algo do tipo «Como fortalecer o espírito de grupo» no dia 14 de Janeiro de 2005, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, durante um Encontro dos Correios de Portugal.
A decoração custou mais de 430 mil euros e havia dois carros de luxo. A despesa efectivamente facturada entre 8 de Julho de 2002 e 31 de Maio de 2005, com a decoração do gabinete do presidente do Conselho da Administração dos CTT, Carlos Horta e Costa, bem como a sua sala de visitas e ainda das salas de visitas e refeições custou 430.691 euros. Carlos Horta e Costa teve à sua disposição, entre 2002 e 2005, um Jaguar S Type (a renda para o adquirir custou cerca de 50.758 euros) e um Mercedes Benz S320CDI (comprado em Abril de 2004 por 84 mil euros). Assim, o Relatório da Inspecção-Geral das Obras Públicas conclui haver «indícios de má gestão» e «falta de contenção de uma empresa que gere dinheiros públicos», pelo anterior Conselho de Administração que liderou os CTT entre 8 de Julho de 2002 e 31 de Maio de 2005.

Notícia do Expresso

Leu-se, há semanas, numa pequena notícia do Expresso, que prescreveu uma dívida de 700.000 Euros, de IRS de António Carrapatoso, figura de proa da Telecel/Vodafone e destacado dirigente do PSD. Porque razão prescreveu esta dívida? Porque razão não se procedeu à cobrança coerciva, dado que o contribuinte em causa não tem, nem nunca teve, paradeiro desconhecido?
Aliás, António Carrapatoso nunca deixou de aparecer, com alguma frequência, nos écrans da televisão para entrevistas e comentários, onde sempre defendeu as virtudes do "sistema" em que vivemos e que nos é imposto (pudera!!!!!!).

Ministério da "família"





















A dita menina licenciada é filha do próprio ministro!!!


Em Setembro de 2002

Em Setembro de 2002 foi publicada na II Série do Diário da República a aposentação do Exmº. Senhor Juiz Desembargador Dr. José Manuel Branquinho de Oliveira Lobo, a quem foi atribuído o número de pensionista 438.881.
De facto, no dia 1 de Abril de 2002 o Dr. Branquinho Lobo havia sido sujeito a uma “Junta Médica” que, por força de uma doença do foro psiquiátrico, considerou a sua incapacidade para estar ao serviço do Estado, o que foi determinante para a sua passagem à aposentação.
O Dr. Branquinho Lobo passou a auferir uma pensão de aposentação no montante
de € 5.320,00.
Contudo, por resolução proferida no dia 30 de Julho de 2004, o Conselho de Ministros do Governo do Dr. Pedro Santana Lopes nomeou o Dr. Branquinho Lobo como Director Nacional da Polícia de Segurança Pública.
Desde então, o Dr. Branquinho Lobo acumula a sua pensão de aposentação por incapacidade com o vencimento de Director Nacional da P.S.P!!!!!

E o gasóleo sobe!!!

Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia (PSD) e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser  Ministro das Obras Públicas e Transportes.
O filho de Miguel Horta e Costa (CDS-PPD), recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.
Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Manuel Queiró (CDS - “o braço direito do Algarve”, casado com a Celeste da Caixa Geral de Depósitos Cardona), do PP, era administrador da área de imobiliário (?) 8.000euros/mês.
A contratação de um administrador espanhol passou por serem-lhe (ao Manuel)
oferecidos 15  anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
 Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo (?) era  remunerado de forma simbólica: 3.000 euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs  no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...

Outros exemplos avulsos, ainda na GALP:
-Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês;
- A especialista em Finanças que foi para  Marketing por 9800 euros/mês...  
- Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500. 
- Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.
Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...